{"id":8883,"date":"2021-01-28T02:06:50","date_gmt":"2021-01-28T05:06:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.abifa.org.br\/?p=8883"},"modified":"2021-01-28T02:06:50","modified_gmt":"2021-01-28T05:06:50","slug":"desindustrializacao-pode-tornar-brasil-a-roca-do-mundo-segundo-presidente-da-cni","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abifa.org.br\/site\/desindustrializacao-pode-tornar-brasil-a-roca-do-mundo-segundo-presidente-da-cni\/","title":{"rendered":"Desindustrializa\u00e7\u00e3o pode tornar Brasil a ro\u00e7a do mundo, segundo presidente da CNI"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O texto a seguir foi publicado no Jornal Valor Econ\u00f4mico em 27 de janeiro de 2021. Assinado por Robson Braga de Andrade, presidente da CNI \u2013 Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria, este artigo refere-se ao posicionamento da entidade \u00e0 entrevista concedida ao mesmo ve\u00edculo por Carlos Doellinger, presidente do IPEA &#8211; Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada, em que o economista defende a desindustrializa\u00e7\u00e3o do Brasil ao sustentar que atividades de manufatura, com exce\u00e7\u00e3o do beneficiamento de recursos naturais, n\u00e3o s\u00e3o o melhor caminho para o pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As declara\u00e7\u00f5es do executivo foram veementemente repudiadas pelas associa\u00e7\u00f5es de classe representantes da ind\u00fastria brasileira, a exemplo da ABIFA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Fundi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00cdntegra do artigo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recentemente, fomos surpreendidos por entrevista do presidente do Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea), Carlos Doellinger, na qual defende a desindustrializa\u00e7\u00e3o do Brasil. Ele afirma, de forma inusitada, que &#8220;o Brasil precisa apostar em suas vantagens comparativas&#8221; e chega ao c\u00famulo de dizer que &#8220;nosso caminho n\u00e3o \u00e9 a ind\u00fastria manufatureira, a n\u00e3o ser aquela ligada ao beneficiamento de produtos naturais e min\u00e9rios&#8221;. Essa opini\u00e3o \u00e9 ainda mais preocupante por Doellinger comandar um dos mais antigos e renomados \u00f3rg\u00e3os de estudos e an\u00e1lises econ\u00f4micas do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ressalte-se que vantagens comparativas s\u00e3o din\u00e2micas e podem ser aprimoradas ao longo do tempo. Isso ocorreu em pa\u00edses que pensaram grande e n\u00e3o se contentaram em produzir apenas o que a natureza lhes ofereceu. Se o Brasil ficasse preso s\u00f3 aos seus recursos naturais, hoje nosso principal produto de exporta\u00e7\u00e3o seria o pau-brasil. A soja e o caf\u00e9 n\u00e3o seriam produzidos por aqui, pois n\u00e3o s\u00e3o produtos nativos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 minha inten\u00e7\u00e3o subestimar a import\u00e2ncia dos setores agr\u00edcola e mineral para a economia nacional, mas se seguisse a receita do presidente do Ipea o Brasil se transformaria numa esp\u00e9cie de &#8220;fazenda do mundo&#8221;, exportando apenas commodities e mat\u00e9rias primas. A afirma\u00e7\u00e3o dele se compara ao preceito defendido pelo Visconde de Itabora\u00ed, no s\u00e9culo XIX, de que ao Brasil &#8220;bastava exportar caf\u00e9&#8221;, numa tentativa &#8211; felizmente frustrada &#8211; de impedir o Bar\u00e3o de Mau\u00e1 de levar adiante seu esfor\u00e7o pioneiro de industrializa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Investir nos setores em que temos vantagens comparativas \u00e9 uma boa pol\u00edtica, mas n\u00e3o menos importante \u00e9 promover o aumento da competitividade, de todos os setores, especialmente da ind\u00fastria. O fato de o Brasil ter hoje os maiores n\u00edveis mundiais de produtividade nas lavouras de soja, por exemplo, deve-se a dois fatores principais: o primeiro \u00e9 que sucessivos governos aportaram recursos suficientes para viabilizar o cultivo em escala desta leguminosa e investiram na inova\u00e7\u00e3o do setor, por meio da Embrapa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, os produtores rurais s\u00e3o beneficiados por financiamentos subsidiados, com taxas de juros bem menores que as dispon\u00edveis para os demais setores produtivos. Cabe destacar, ainda, a carga tribut\u00e1ria mais favor\u00e1vel \u00e0 qual a agropecu\u00e1ria est\u00e1 sujeita, de apenas 1,9%, ante os 46% que pesam sobre a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O segundo fator, tamb\u00e9m essencial para o sucesso do agroneg\u00f3cio, \u00e9 a atua\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria no desenvolvimento de servi\u00e7os, insumos e equipamentos de alto valor agregado, tais como pesquisa cient\u00edfica, biotecnologia, log\u00edstica, fertilizantes e maquin\u00e1rios. Portanto, a alta competitividade da agricultura brasileira e a sofistica\u00e7\u00e3o dos demais segmentos s\u00f3 s\u00e3o vi\u00e1veis gra\u00e7as \u00e0 exist\u00eancia de uma ind\u00fastria manufatureira moderna operando no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na mesma entrevista, Doellinger afirma que a Austr\u00e1lia deve ser um exemplo a ser seguido pelo Brasil. Assim como nosso pa\u00eds, Austr\u00e1lia tem nos recursos naturais uma importante fonte de gera\u00e7\u00e3o de renda e emprego.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso tamb\u00e9m \u00e9 verdade para o Canad\u00e1 e para os Estados Unidos. No entanto, a vantagem em recursos naturais n\u00e3o impediu esses pa\u00edses de tamb\u00e9m estarem entre os mais industrializados do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em nossa vis\u00e3o, o melhor exemplo para o Brasil seria a China, que tamb\u00e9m tem dimens\u00f5es continentais e optou pela manufatura para liderar seu processo de desenvolvimento. Hoje, a China \u00e9 a na\u00e7\u00e3o que tem a maior produ\u00e7\u00e3o industrial do mundo, \u00e0 frente dos EUA desde 2009. Outra fal\u00e1cia do presidente do Ipea \u00e9 que n\u00e3o sabemos produzir autom\u00f3veis. N\u00e3o \u00e9 verdade. A ind\u00fastria automobil\u00edstica nacional foi pioneira, por exemplo, nas redu\u00e7\u00f5es de emiss\u00f5es de carbono nos carros. Do motor a \u00e1lcool ao motor flex, seu avan\u00e7o tecnol\u00f3gico \u00e9 not\u00e1vel e mundialmente elogiado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A despeito do alto custo de se produzir no Brasil, temos a 16a maior ind\u00fastria do mundo. \u00c9ramos a 10a em 2014. Apesar de representar 21% do PIB nacional, o setor \u00e9 respons\u00e1vel pelo recolhimento de 33% dos impostos federais e por 31 % da arrecada\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria patronal. Al\u00e9m disso, responde por 70% das exporta\u00e7\u00f5es de bens e servi\u00e7os, e por 69% do investimento empresarial em P&amp;D, insumos indispens\u00e1veis para a competitividade dos demais segmentos, inclusive do agroneg\u00f3cio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O poder de alavancagem da ind\u00fastria tamb\u00e9m \u00e9 incompar\u00e1vel: cada R$ 1 produzido pelo setor resulta em um aumento de R$ 2,40 no PIB. Na agropecu\u00e1ria, o resultado \u00e9 R$ 1,66.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nossa ind\u00fastria tamb\u00e9m paga os melhores sal\u00e1rios. Trabalhadores industriais com ensino superior completo ganham 31,8% a mais do que a m\u00e9dia nacional, contribuindo de forma expressiva para o aumento da renda per capita dos brasileiros. Apenas a ind\u00fastria de manufatura \u00e9 respons\u00e1vel por 6,8 milh\u00f5es de empregos &#8211; equivalente a 70% de todos os postos de trabalho gerados pelo setor como um todo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isto tudo apesar dos diversos obst\u00e1culos que impedem a grande maioria das f\u00e1bricas nacionais de competirem, de igual para igual, no mercado internacional. Sem exportar, \u00e9 quase imposs\u00edvel termos uma escala de produ\u00e7\u00e3o competitiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nosso sistema tribut\u00e1rio \u00e9 repleto de distor\u00e7\u00f5es e penaliza os setores com cadeias de maior agrega\u00e7\u00e3o de valor. Somos um dos poucos pa\u00edses que tributa investimento e exporta\u00e7\u00e3o. Temos, ainda, uma infraestrutura de transportes muito prec\u00e1ria e, apesar de produzirmos energia barata, seu custo final \u00e9 um dos mais elevados do mundo. Al\u00e9m disso, a inseguran\u00e7a jur\u00eddica, que torna at\u00e9 o nosso passado incerto &#8211; como j\u00e1 bem acentuou o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan &#8211; obriga as empresas a fazerem provis\u00f5es que reduzem suas disponibilidades financeiras para investimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais do que nunca, \u00e9 urgente e indispens\u00e1vel que sejam implementadas reformas estruturantes, sobretudo a tribut\u00e1ria, que viabilizem um ambiente de neg\u00f3cios favor\u00e1vel ao empreendimento privado, desonerem as exporta\u00e7\u00f5es e os investimentos, reduzam a burocracia, aumentem a seguran\u00e7a jur\u00eddica e estimulem investimentos em infraestrutura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O recente fechamento das f\u00e1bricas da Ford no Brasil foi uma decis\u00e3o da empresa a n\u00edvel mundial. Mas, certamente, o alto custo de se produzir no Brasil foi um dos fatores cruciais para essa decis\u00e3o. N\u00e3o ser\u00e1 promovendo a desindustrializa\u00e7\u00e3o, como apregoa o presidente do Ipea, que nosso pa\u00eds conseguir\u00e1 manter empresas aqui e retomar a trilha do crescimento econ\u00f4mico, vital para gerar mais empregos e renda para a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que o Brasil precisa \u00e9 fortalecer o setor industrial, para que ele seja cada vez mais din\u00e2mico e competitivo, ajudando a superar a mais grave crise sanit\u00e1ria, econ\u00f4mica e social que j\u00e1 vivenciamos. N\u00e3o existe pa\u00eds forte sem ind\u00fastria forte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Ag\u00eancia CNI de Not\u00edcias<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-8882\" src=\"http:\/\/www.abifa.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Foto-CNI.jpg\" alt=\"Foto CNI\" width=\"1291\" height=\"685\" data-id=\"8882\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O texto a seguir foi publicado no Jornal Valor Econ\u00f4mico&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/abifa.org.br\/site\/desindustrializacao-pode-tornar-brasil-a-roca-do-mundo-segundo-presidente-da-cni\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"om_disable_all_campaigns":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-8883","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.1 (Yoast SEO v26.1) - 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